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VACINA RAIVA

VACINA RAIVA

Nos dias de hoje a raiva é uma doença mais incomum,  porém  ela ainda é uma grande preocupação, sendo ela incurável nos animais e fatal em 100% dos casos, considerada uma zoonose, ou seja,  também pode afetar os seres humanos, onde não há tratamento comprovadamente eficaz para a raiva e poucos pacientes sobrevivem à doença, a maioria com sequelas graves. sendo a a vacina antirrábica a sua única forma de prevenção.

A Raiva é transmitida por meio da saliva dos animais contaminados,  animais estes domésticos (cães e gatos), porque são animais  que possuem maior convívio com os humanos.  O vírus é transmitido através de mordidas, arranhaduras de mamíferos já contaminados.  Além dos cães e dos gatos, outros animais contaminados também podem transmitir, como os furões, raposas, coiotes, guaxinins, gambás e morcegos.



O vírus da raiva age no sistema nervoso central e causa quadro clínico característico de encefalomielite aguda. A partir deste local, dissemina-se para vários órgãos e glândulas salivares,  e é eliminado na saliva das pessoas ou animais infectados. 

No Brasil, o morcego é o principal responsável pela manutenção da cadeia silvestre, enquanto o cão, em alguns municípios, continua sendo fonte de infecção importante. 

Podemos observar duas formas clínicas de raiva nos cães: 
 
Na forma Furiosa observa-se s um cão agitado, latindo repetidamente com tom rouco e fanho, agressivo. Sendo o óbito depois de 4 a 7 dias, apresentando paralisias e convulsões. O animal baba muito, daí vem o ditado popular do cão raivoso,  e isso ocorre pela dificuldade que ele apresenta de deglutir a saliva devido a paralisia dos músculos da faringe.
 
Na forma Muda, os sintomas mais comuns como a agressividade não são vistos, apenas os quadros de paralisia dos maxilares, nos dando menos indicativos do que possa estar acontecendo com o animal.


A vacinação para evitar o vírus da raiva tanto para cães, deve ser feita quando o animal tiver 12 semanas de vida, e depois um reforço anual. É importante que se faça a partir do quarto mês de vida e não antes disso, pois antes, o animal ainda não tem seu próprio sistema imunológico desenvolvido completamente, assim a vacina não terá o efeito desejado, deixando, da mesma forma, o animal exposto, como se não tivesse sido vacinado.


 



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